O Bruna Castelo Branco é aqui mesmo, agorao Bruna Gostosa, é melhor tentar em outro lugar
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Ah, isso é moda?
Sempre me interessei por moda, posso me vestir bem básica, mas consigo reconhecer uma blusa sendo do Herchcovitch, Maria Bonita, Glória Coelho ou Reinaldo Lourenço, basta treinar o olhar, mas não é dos estilistas que vou falar, sim sobre esse lance de ser fashion ou brega que tanto persegue as pessoas. Primeiro, eu respeito as pessoas que seguem à risca todas as coleções, até as de inverno ( quem mora no Maranhão sabe que a gente não tem estações definidas e, mesmo com chuvas a gente sempre enfrenta um calor miserento). Na minha humilde opinião, acho que moda é o que te faz se sentir bonita e, principalmente, confortável. Não acho que me sentiria bem com um casaco de frio em plena manhã ensolarada de São Luís, da mesma forma que não acho que a mulher precisa ser gostosa para ser desejada pelos homens. (Bem, isso também depende do tipo de homem que você quer se relacionar. Assunto pra outro post?) Bem, meu figurino tem charme em alguns detalhes. Sou apaixonada por sapatos (fica a dica, se você quiser me dar um presente Pontuação 36 e amo Melissas) gosto de camisetas bacanas, aquelas que nem todo mundo compra, não é que eu goste de ser diferente, mas não acho agradável andar uniformizada por aí.
Vejamos alguns elementos que gostaria de destacar
Decotes: Não é que eu não goste, eu apenas evito em determinados lugares. Não acho que fica bem trabalhar de regatinha ou com transparência, da mesma forma que calças com cintura muito baixa e justas não deixam o visual interessante. Acho muita sensualidade para a ocasião errada. Guarde as regatinhas para a praia, cinema ou shopping, acho mais adequado.
Xadrez: Bem, a moda folk de vez em quando chega se achando a dona da razão e quer invadir o guarda-roupa alheio. Acho que em bermudas, calças e em alguns acessórios fica legal ( já vi umas bolsas ótimas), mas em blusas é complicado. Já experimentei e só veio na cabeça aquele visual grunge da década de 90 e virar uma lenda urbana, nunca foi a minha intenção. Admiro quem usa, é uma atitude de coragem, mas passageira, em breve, vai ter que guardar de novo, pois daqui a pouco os fashionistas vão odiar, assim como aconteceu com as calças bag e com a de cintura alta ( que voltou e até demora por aí)
Listras: Essas são perfeitas. Eu gosto de listras, elas ficam bem. As magras e com pouco peito (meu caso!) podem usar as horizontais sem medo de parecer peituda igual a uma atriz pornô. Das verticais se você quer parecer mais magra é legal. Quando uso, acho que tenho a cintura da Thalia e olha que nem preciso tirar duas costelas. Ah, calças com listras verticais te deixam parecendo mais alta e com o quadril parecendo mais largo.
Mini-vestidos: Voltou né, mas isso aí depende do gosto de cada uma. Se vocêama as pernas de foras, não tem barriga e se acha a Juliana Paes. Te joga! Agora, é um visual perigoso, pois corre o risco de aparentar vulgaridade. Neste caso, acho bom prestar atenção na maquiagem e nos outros acessórios
Bem, o post não tem a intenção de ser referência de moda, são apenas algumas observações e preferências. Lembre-se, pode ser que aquelas ombreiras estejam na moda, mas se você não acha bonito e não vai se sentir bem com aquilo não use. Moda é um estado de espírito, então preserve a sua confiança e conforto!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Memória olfativa
Dizem que os outros animais treinam melhor o olfato que os seres humanos, por causa da caça etc, acredito que sim, mas não sei se acontece com vocês, mas eu tenho uma memória olfativa muito boa. Lembro do perfume que eu usava em determinada época, aquela que trouxe alegria, ou quando tive um doloroso tratamento dentário ( neste caso, os cheiros também lembram o consultório, melhor esquecer né?).
Reconheço perfumes de pessoas especiais e de desafetos. Tipo, teve um tempo que não achava uma garota legal, mas a menina usava um perfume forte e no meu nariz muito do vagabundo. Não deu outra! Em todos os lugares do mundo, eu sentia aquele cheiro triste.
Tenho um amigo que usa Malbec do Boticário, sempre que passo na loja e sinto o cheiro, tenho vontade de ligar pra ele, porque me traz boas lembranças. Por falar nele, nas férias do ano passado, quando viajei, lembro o perfume que eu usava (por sinal, era Crazy, também do Boticário), mas na minha memória não foi o meu perfume que roubou a cena, o cheiro das férias é do sabonete Natura Todo Dia de Cereja, presente de Alda, a mãe do meu amigo que eu considero minha amiga também.
O sabonete é realmente o que há! É tudo de maravilhoso, mas a importância dele não é uma futilidade feminina, esse cheiro representou uma etapa importante da minha vida, não só por enfim viajar para curtir as férias, conhecer uma cidade e pessoas novas, mas era um momento de transição, de virada de página. Também me lembra proteção, é como se o cheiro representasse aquilo que eu sentia naqueles dias. O cheiro de cereja, o meu perfume da época, o perfume dos outros, o cheiro de mar, de churrasco, de chuva. Todas as essências foram importantes naquele momento.
Ah, voltando ao sabonete, a linha Todo Dia vale muito à pena viu? Deixa a pele hidratada e cheirosa dignamente! :)
terça-feira, 25 de maio de 2010
Comportamento de balada
Eu gosto muito da vida noturna, não só porque gosto de dançar, mas porque adoro os tipos que a gente encontra. Já fiz vários amigos em uma noite, já dancei até o chão, dei confiança pra algumas pessoas, depois me arrependi e outras coisas que fazem parte das páginas coladas, mas enfim...existem algumas situações e frases que a gente só ouve e vive em uma boa balada, daquelas que a gente lembra e rir ou esconde a cara no travesseiro no dia seguinte (quando nem se consegue abrir os olhos). Selecionei algumas situações e se alguém lembar de outra, pode contar.
"Eu não te conheço de algum de lugar?" : essa é clássica, desde criança eu já sabia que existia, mas não pensei que era usada até hoje. Porém, juro por todas as bolsas e maquiagem que tenho que ouvi isso em uma boate em Minas. Apesar de dizer que o cara não me conhecia, ele só se convenceu depois de insistir muito que eu era maranhense e nunca tinha pisado em BH.
Corra, Lola, Corra: esse é um comportamento que não nego, utilizo bastante. Funciona assim, o carinha se aproxima e não me agrada, eu sou simpática, dou risinhos e digo que vou ao banheiro ou fumar (apesar de nunca ter fumado antes), aí depois é corra, Lola, corra para o outro lado da pista e depois é só fingir que nunca viu o cara antes.
Amigos do peito: depois do terceiro ou quarto copo eu fico amiga demais e meu amor não é só para os meus amigos que estão lá me aguentando, transmito essa paz de espírito aos demais presentes. Teve um dia que eu paguei (claro que com dinheiro do meu amigo) três cervejas para um pirralho que estava fazendo aniversário e que, de repente, achei que merecia a minha consideração.
Periguete: Dançando até o chão, pouca roupa, com erotismo na alma. Figuras fáceis na balada e, cá pra nós, algumas moças de família e me incluo nisso já requebraram até o chão em uma roda de amigos. Se você nunca fez isso, corra para a pista mais próxima e espere tocar o primeiro funk e vai descendo...
Espírito de católica: por ser criada na religião cristã, eu tenho em mim uma essência de solidariedade, de preocupação com o próximo que chega a ser irritante. Outro dia, passei parte da minha noite cuidando de um bêbado, adolescente e todo vomitado, simplesmente porque fiquei com pena de deixar o rapaz em apuros sozinho em uma escada. Como se eu conhecesse ou tivesse comprado a cerveja dele. Enfim, vaga no céu!
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Palavras e silêncios
Sempre fui quieta, calada e muito tímida e o pouco falar me fez desenvolver o meu lado observador. Gosto de observar as pessoas quando elas falam, sacar a entonação da voz, o jeito como movimentam as mãos, sorriem etc. Poucas me intrigam tanto quanto uma pessoa que conheci há pouco tempo por intermédio de um amigo. O engraçado que antes de conhecê-lo pessoalmente tivemos papos telefônicos
Tem nome composto, imagens gravadas no corpo, olhos bonitos que me lembram outras coisas bonitas, tem um sorriso sincero, mas fala pouco.
Não é do tipo que faz indiretas, faz se tiver a fim, senão também não faz, mas é calado,parece preso em um universo meio distante, daqueles que quase ninguém tem a chave.
Se você mostra opções, ele diz: escolhe! Se você cala, ele cala também, sorrir,chega perto, esboça um carinho, mas ninguém sabe de nada.
Diante de um silêncio tão pesado, em que nem os talheres se ouvia bater na mesa. resolvi, na minha curiosidade jornalística e intrometida, perguntar: Pq vc é tão calado?
Resposta: eu sempre sou assim! Depois voltou a pergunta para mim: Ué, porque você está fazendo o silêncio do almoço?
Eu digo cá com meus sapatos: Eu não sei. Será que esse silêncio todo já me fez perder a voz?
Tem nome composto, imagens gravadas no corpo, olhos bonitos que me lembram outras coisas bonitas, tem um sorriso sincero, mas fala pouco.
Não é do tipo que faz indiretas, faz se tiver a fim, senão também não faz, mas é calado,parece preso em um universo meio distante, daqueles que quase ninguém tem a chave.
Se você mostra opções, ele diz: escolhe! Se você cala, ele cala também, sorrir,chega perto, esboça um carinho, mas ninguém sabe de nada.
Diante de um silêncio tão pesado, em que nem os talheres se ouvia bater na mesa. resolvi, na minha curiosidade jornalística e intrometida, perguntar: Pq vc é tão calado?
Resposta: eu sempre sou assim! Depois voltou a pergunta para mim: Ué, porque você está fazendo o silêncio do almoço?
Eu digo cá com meus sapatos: Eu não sei. Será que esse silêncio todo já me fez perder a voz?
sábado, 22 de maio de 2010
Músicas essenciais
Por ser filha mais nova de uma família numerosa, sempre herdei muita coisa dos irmãos mais velhos, desde roupas, maquiagem e perfumes das meninas até o gosto musical que sempre apresentou alguma variedade. Cresci ouvindo música e, como toda pessoa, tenho algumas que marcam momentos especiais, lembram pessoas etc. No entanto, algumas que mesmo não tendo essa características, digamos assim, personalizadas tem lá sua história e seus encantos e qualquer pessoa precisa ouvir.
Como hoje é sábado e nem todo mundo vai cair na balada depois de beber litros de café, deixo a minha sugestão. Não digo que todas as músicas eu gosto, mas elas conseguiram o direito de ser conhecida por todos.
Vamos começar pelas nacionais. Claro que não poderia deixar de citar a explosão criativa do rock dos anos 80 e que até hoje tem seus representantes como Paralamas do Sucesso, Kid Abelha, Barão Vermelho e a de sempre Legião Urbana. De Paralamas, sou muito suspeita, pois eu aconselho ouvir tudo, mas se é para escolher uma, vai "Um pequeno imprevisto", recentemente regravada por Luiza Possi.
Kid Abelha...acho que curto Educação Sentimental, embalou muito a minha infância e adolescência tímida, os versos de Leoni: "Eu treino a tarde inteira o que eu vou falar quando eu estiver no telefone...". De Barão Vermelho, ah, deixo para você escolher, mas acho que a fase Cazuza foi uma das melhores. Eu gosto de várias, mas vou indicar "Ponto Fraco" que é de uma interpretação meio descompromissada e reflete bem a geração do desbunde.
De Legião, temos os clássicos que sempre tocam por aí, mas eu indico a singeleza de Giz, para mim, uma das mais belas canções do Renato Russo. Voltando um pouco no tempo, acho quem nem precisa recomendar que as canções do Caetano, Gil do período da Tropicália sempre valem à pena, a mesma coisa eu digo sobre Chico Buarque. Vale conhecer tudo, assim como recomendo as canções de Sérgio Sampaio que sempre é muito forte, ao menos para mim, que sempre gostei dessa coisa desafiadora de colocar o bloco na rua. É bem verdade que a canção fez ainda mais sentido na minha vida, quando a ouvi incorporada a trilha sonora do filme Cabra Cega.
Passando pelo lado brega, acho um verdadeiro absurdo você passar por esta vida sem conhecer e sem ter curtido, ao menos uma vez, o brega-mor da música brasileira contemporânea. Sim, estou falando de É o amoooooooooooor que mexe com minha cabeça e me deixa assim... e tem que ser na voz de Zezé di Camargo mesmo pra ficar mais legal.
De internacional, você não precisa ter mais de trinta anos para conhecer The Beatles, já falei sobre isso em posts anteriores, gosto de Placebo também e The Smiths (se você assistiu ao filme 500 dias com ela, deve lembrar um pouco da trilha, só não vale gritar que odeia essa canção se por acaso eu ferir seus sentimentos).
Estou deixando um monte de coisas de fora, mas acho que para um sábado de sol, já tá bom.
PS: Se a gente sair hoje, lembrem-se, um lugar apenas...Só um, por favor!
PS2: "Ei baby" precisamos escolher a nossa música
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