terça-feira, 3 de novembro de 2009

Adam Sandler


Podem atirar em mim todas as pedras possíveis que estiverem por aí nas mãos de cada um de vocês, pois o que eu vou confessar é realmente grave: Eu gosto de comédias românticas e pior gosto das comédias cheias de clichê que o ator em questão é ator principal.

Talvez porque ele não faça caras e bocas exageradas, não é exageradamente feio e tambem nao é bonito. Ele é de uma beleza esquista, tem um sorriso simpático, etc, etc. Isso é ótimo para as comédias, na verdade, é ótimo para qualquer tipo de ator

O fato é que as comédias que o moço atua me trazem boas lembranças. Lembro quando assisti " Como se Fosse a Primeira Vez". Cinema, pipoca e um clima de descoberta, assim como a moça do filme.

Lembro que chorei no escuro quando Sandler descobria o que tinha perdido na vida com a mania de acelerar o controle remoto, como no filme Click. Aliás, um dia eu vou descobrir porque sempre choro quando vejo o filme em questão. Enfim, vou ver ainda muitos filmes do carinha, mesmo que não tenha ninguém para enxugar minhas lágrimas no cinema e nem para comprar pipoca para mim

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bruna

Nome de origem italiana, que significa escura ou parda ou ainda uma pessoa com simplicidade, diplomacia e receptiva.
Eu sou Bruna e também sou Maria "aquela que ocupa o primeiro lugar", mas eu acredito que sou um pouco de tanto desses significados. Bruna Maria tem Paixão no nome e na vida, é de uma intensidade absurda, decidida, sabe que a vida bate na cara, mas tá lá, vivendo, riso e pranto e não tendo perdão.
Cresceu e adotou o Castelo Branco do pai como nome profissional. Nome composto, nome bonito, nome forte. Entao ficou assim. O Paixão é minha essência, o Bruna Castelo Branco é símbolo da minha vida profissional. O Bruna é quando estou de folga, meus amigos, conhecidos etc. Minha mãe me chama de Una e eu acho bonito.
Brunica ou Bruninha, as pessoas me chamam de forma carinhosa, nunca tive apelidos não. Já me chamaram por muito tempo de "meu bem", eu achava lindo, puro.
E assim Bruna Maria Paixão Castelo Branco foi crescendo, amadurecendo e criando forças contra a hostilidade do mundo

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

De Perto


Ainda não vi, mas tenho quase certeza que é muito bom o documentário Herbeth De Perto, sobre a trajetória do líder de Os Paralamas do Sucesso. Fazer uma cine-biografia de alguém ainda vivo parece um tributo estranho, mas se tratando de Herbeth, acredito que é um trabalho essencial.

Um dos grandes expoentes do rock dos anos 80, conseguiu chegar aos 90 e nos anos 2000 com a mesma energia de sempre. Composições que falam de amor com uma musicalidade competente que nem de longe chegam a ser clichê, apesar de apostar em versos do tipo: "Quero te ver de perto, quero dizer que nosso amor deu certo..."

Falar de Os Paralamas é lembrar da minha infância, adolescência e de quando todas as músicas começaram a fazer um sentido muito especial. Tema de histórias de amor, a trilha sonora do grupo fez e sempre será parte da minha vida e que terá sempre um sentido muito especial toda vez que eu ouvir, por exemplo, "Uns Dias", ainda que a letra não tenha uma relação específica com nada que já vivi, existirá sempre "Uns dias" que desejamos contar para alguém uma "novidade quente", chorar de amor etc etc...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Definições e meio-termo

Quando somos crianças, definimos as coisas de maneira muito simples: Certo e errado, o quente o frio, o bom e o mau. Não existia nada que se equilibrava entre duas nuances, ou era ou não era.
Aí vem a adolescência e começamos a adotar outras variações. Um exemplo simples: até os 12 anos sabia muito bem o que era doce e o que era amargo, mas nesta idade, achei que o chocolate meio amargo poderia ser bem interessante.
Da mesma forma que compreendi como era se sentir feliz e triste ao mesmo tempo. Bonita e feia, inteligente e incapaz.
Hoje percebo que felizes são as crianças e o dicionário que conseguem chegar a conceitos diferenciados. Mas na vida real a gente ama e odeia na mesma intensidade ( às vezes até a mesma pessoa), a gente sente carinho e é canalha ao mesmo tempo. Não existe certo e errado, não existimos para ser vilões ou bonzinhos.
Nunca quis ser a queridinha da turma. Em mim habita o doce e o amargo do meu chocolate preferido da adolescência

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Escrever

Hoje de manhã escrevi um dos e-mails mais verdadeiros da minha vida, mandei várias mensagens falando de sentimentos que a gente não fala assim...todos os dias.
Fui sincera, falei tudo que eu estava sentindo, tristeza, solidão, amor, mostrando o que eu fiz e o que ainda seria capaz pra resgatar essa história, mas uma vez...nao tive a importância esperada

Paixao

Dizem que a paixão acaba em qualquer esquina, em um dia ensolarado ou chuvoso. Simplesmente acaba, deixa o coração vazio e uma cara meio desconcertada para o companheiro de lado. Aquele que ainda nutre sentimentos. É triste, mas é inevitável.
Da mesma forma como ela surge. Ninguém precisa sair por aí com a intenção de "quero me apaixonar", a paixão surge na mesma esquina ensolarada ou molhada pela chuva.
Contrariando a nossa vontade ou nosso senso de estética. A paixão surge no olhar bonito, no sorriso meio sem graça, no cuidado. Principalmente, na atenção.
Não há nada mais importante para quem acabou de sair de um relacionamento ( e se saiu machucado então) que um olhar de atenção. Aquela coisa que a gente nem dá atençao quando está tudo bem. É importante se sentir bonita, desejada, inteligente e com o papo interessante.
Talvez seja por isso que acontecem aqueles fenômenos de casamentos instantãneos. Explico: Fulana namorou uma vida com fulaninho, o namoro acabou, ela pensou que ia morrer, mas aí apareceu Beltrano e eles casaram em três meses e foram felizes para sempre.
Por isso acho que quando se quer terminar um relacionamento é preciso pensar bastante, ter certeza. Nunca se sabe quando Beltrano vai bater na porta da moçoila

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Não se violente

Outro dia conversei com um amigo sobre fazer o que a gente não quer pra cumprir tabela ou pra não se sentir sozinho e ele me disse uma frase muito sábia: "Sabe, cansei de me violentar..."
É, de fato, cometemos violências diárias aos nossos sentimentos, as nossas vontades. Quantas vezes fomos em lugares que não gostamos para agradar uma pessoa?
Quantas vezes trocamos um plano de uma vida inteira junto com outra por momentos esporádicos que depois só causam um sentimento de solidão depois.
Ou então, quantas vezes aceitamos compromissos para não decepcionar outra pessoa? Não sei se isso é a vida, mas a violência é grande, minha gente.